Cidades

HC-UFTM rebate MPF e nega irregularidades na manipulação de quimioterápicos em Uberaba

·há 1h·Uberaba, MG
HC-UFTM rebate MPF e nega irregularidades na manipulação de quimioterápicos em Uberaba
HC-UFTM rebate MPF e nega irregularidades na manipulação de quimioterápicos em Uberaba

O Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM) emitiu uma nota oficial em resposta à ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF). A instituição de saúde busca esclarecer as condições da Central de Manipulação de Quimioterápicos em Uberaba, assegurando que os procedimentos realizados no setor seguem rigorosos padrões de segurança biológica e técnica. A defesa institucional ocorre após questionamentos judiciais sobre a infraestrutura e a gestão de insumos na unidade.

Segundo o comunicado emitido pelo hospital, avaliações técnicas recentes não apontaram falhas operacionais nas cabines de segurança biológica. Além disso, laudos técnicos atestam a qualidade do ar e a adequação do sistema de climatização nos ambientes de manipulação. O HC-UFTM destacou que a área física passou por reformas recentes, com projeto devidamente aprovado pela Vigilância Sanitária local, reforçando o compromisso com as normas vigentes.

Quanto às críticas sobre o fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), a gestão hospitalar admitiu falhas meramente documentais nos registros de entrega, mas negou qualquer desabastecimento. Para solucionar o problema administrativo, o hospital desenvolveu um aplicativo exclusivo para o controle nominal dos equipamentos, que já está em fase de implantação. A unidade também informou que novos testes técnicos e a troca de filtros foram solicitados a uma empresa especializada após orientações do Ministério do Trabalho.

A documentação enviada à Justiça Federal inclui a relação de farmacêuticos capacitados, laudos técnicos do ambiente e o Manual de Boas Práticas do setor. O hospital reitera que a transparência é prioridade e que todos os dados foram compartilhados com o MPF para comprovar a regularidade dos serviços prestados à população. O processo segue em tramitação na Justiça Federal de Uberaba, que avaliará o mérito das alegações. Com informações de Regionalzão.