Privatização da Copasa motiva reuniões para repactuação de contratos com municípios mineiros

Após a consolidação de sua privatização, a Copasa iniciou um cronograma de reuniões com gestores municipais para discutir o futuro dos contratos de concessão de água e esgoto em Minas Gerais. Os encontros visam alinhar as novas diretrizes da companhia, agora sob controle privado, com as necessidades locais de saneamento básico e infraestrutura urbana, como a recuperação de vias após intervenções.
Prefeitos e procuradores estão analisando as cláusulas contratuais, uma vez que a mudança da natureza jurídica da empresa, de estatal para privada, altera o conceito das parcerias e possibilita extensões de prazo que podem chegar até 2073. Em diversas cidades, a prioridade das administrações é garantir que novos investimentos sejam formalizados antes da renovação definitiva dos vínculos.
Entre as principais reivindicações apresentadas estão a melhoria na qualidade do tratamento de efluentes e a agilidade na recomposição asfáltica. A expectativa dos governantes é que a gestão privada traga maior eficiência operacional e capacidade de aporte financeiro em obras estruturantes de drenagem e abastecimento, fundamentais para o desenvolvimento regional.
Embora as reuniões iniciais tenham ocorrido em cidades do Sul de Minas, o modelo de negociação serve de parâmetro para as cidades atendidas pela concessionária no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Ainda não há um prazo definido para o fechamento dos novos acordos, pois as prefeituras afirmam que as propostas exigem cautela jurídica para assegurar o atendimento à população.
Com informações de G1 Minas Gerais.



